O submundo vampiro

Há muita história, mito e folclore acerca dos vampiros. Do romance Drácula, de Bram Stoker e do filme mudo de 1922, Nosferato até o filme de 1985 Fright Night, além do romance de 1976 Interview With A Vampire, de Anne Rice. O que muitos não percebem é que hoje há aqueles que se consideram vampiros, e há um genuíno submundo vampiro nos Estados Unidos e Europa. Mas esses vampiros não estão virando morcego. Estes vampiros de hoje são pessoas que não se consideram a si mesmos totalmente humanos, acreditando que nasceram vampiros ou que se tornaram um através de algum tipo de iniciação envolvendo beber sangue e sexo.

A personalidade do vampiro também pode ser tomada como uma forma de expressão pessoal pessoais, ou para indicar sentimentos de um grupo separado da sociedade. O que é verdade é que essa subcultura é totalmente fora da tendência cultural atual e é mais do que rejeição aos valores culturais, mas uma rebelião contra eles. Vampiros preferem, às vezes, que se soletre "vampyro", para distinguí-los dos vampiros estereotipados e da ficção. Muitas vezes se referem a eles como semelhantes. Há aqueles que não gostam do termo vampiro, mas preferem um nome como Anjo da Escuridão.

A subcultura vampira cobre uma série de crenças e práticas. Os envolvidos podem:

a) Restringir seu envolvimento aos jogos de encenação e fantasia. b) Reunir-se com góticos ou clubes similares nos finais de semana. c) Ser atraído e envolvido em práticas eróticas associado com algumas formas de vampirismo. d) Ser arrastado para o ocultismo, o lado escuro do vampirismo. e) Acreditam que ganham poderes especiais através de beber sangue. F) Estar em grupo ou em clã com outros. g) Identificam a si mesmo como vampiros baseados em sues próprios critérios pessoais.

Desde que o movimento é uma (sub) cultura dirigida e sem líder, não há nenhum conjunto consistente de crenças; há uma disputa a respeito do que o vampiro realmente é. O vampiro é reverenciado por várias pessoas como herói romântico, como um rebelde, como um senhor do poder das trevas, como um predador, como um rejeitado, ou como um imortal. Alguns alegam que beber sangue deve ser parte disso, enquanto outros declararam que beber sangue é da área daqueles que querem ser iguais e que o vampiro verdadeiro não se alimenta de sangue porém da energia psíquica de outra pessoa. Outros podem acreditar que ser um vampiro é o máximo em individualidade e daí podem fazer o que querem. Aqueles que estão seriamente envolvidos podem praticar um ou mais dos seguintes rituais: beber sangue, dormir em caixões, evitando a luz do dia; executar rituais ocultos, tomar drogas, usar dente canino afiado e insuar em práticas sexuais incomuns.

Raízes e influências

A cultura gótica (cultura germânica): Muitos consideram que a cultura contemporânea do vampirismo seja um subconjunto da cultura bárbara, um movimento abarcando o romantismo da escuridão e a personalidade rejeitada, porque o vampiro se vê como o banido de uma sociedade sem sentimentos. Muitos góticos, e isso é importante notar, não estão na subcultura vampira. O movimento gótico originou-se da subcultura punk dos anos setentas, principalmente através da música e das declarações contra o que estava sendo percebido como opressivo, materialista e valores superficiais em voga na sociedade de então. Aqueles que se identificam com o movimento, quase exclusivamente vestem roupas pretas, muitas vezes pintam o cabelo de preto, se divertem com literatura "dark" tal como lovecraft (Arte de Amar), Stephen King, Anne Rice e outros; podem usar correntes de prata ou têm vários piercings ( acessórios perfurante de valor estético duvidoso) espalhados pelo corpo; e podem pintar as unhas de preto. (Nota: Há aqueles que se vestem dessa maneira, mas não são góticos ou vampiros). Muitas vezes são pessoas criativas, eles apreciam discussões intelectuais e não podem se identificar com nenhum sistema religioso em particular, muitas vezes se apresentando como agnósticos1. Adolescentes góticos são provavelmente mais envolvidos com o ocultismo, bruxaria ou outras formas de espiritualidade alternativa. Muitos góticos têm a percepção de que não se encaixam na sociedade atual e têm experimentado alguma forma de isolamento social, familiar ou rejeição. Apesar da sua maneira sombria, góticos são pessoas delicadas que apreciam a literatura e a arte. Muitos podem usar seu olhar distante como um teste para ver quem os aceitará do jeito que são. Outros escolhem esse estilo porque julgam ser o mais confortável e sentem que é uma maneira artística de se expressar. A violência não é uma marca dessa cultura.

O submundo do vampirismo reflete muito desses traços da cultura gótica. Aqueles que assumem a personalidade de vampiro, pode não usar preto, mas algumas vezes usam jóias com símbolos ocultos como o ankh, longas capas com capuz e tornam suas faces pálidas com maquiagem branca. Como um movimento social conectado às visões góticas de mundo, a subcultura vampira é acreditada para espelhar a natureza predatória de uma sociedade da qual tecnologia e poder corporativo tem corroído a intimidade e lançado fora aqueles que não se submetem a essa desumanização. Nesse sentido, a desumanização da sociedade é zombada pela figura do vampiro, que a si mesmo não se considera humano.

Vampiro: o mascarado

Uma das influências do submundo vampiro, com exceção dos romances de Anne Rice, é o jogo do vampiro, Vampiro: o mascarado, a ação viva do jogador (LARP) que permite agir individualmente fora do papel de vampiro dentro do contexto de uma complexa estratégia de jogo. Jogadores escolhem pertencer a um dos sete clãs com nomes como Nosferatu, Tremere, Gangrel e outros, cada um com suas próprias características. Cada jogador escolhe certas características, muitas dos quais incluem poderes ocultos4. Na introdução do jogo, se descreve um mundo onde predadores, ambos humano e vampiro, estabelecem: "Suas características não existem no vazio. Antes, elas residem num mundo que existe em nossa imaginação, lugar conhecido como mundo da escuridão. Isso é o inferno proverbial em que suas características vivem e sofrem. Sua característica vampírica vive para caçar e se alimentar. Nunca ela verá a luz do dia. O mundo é um pesadelo gótico-punk, assustador, versão surreal do nosso próprio mundo...fardos das ruas assassinas à espreita na floresta urbana. Os tubarões burocráticos base da política e negócios... antigos vampiros rivalizando pelo controle de mortais e imortais".5

Nesse aspecto fantasioso, a cena vampira oferece conexões íntimas àqueles alienados da sociedade ou família, provendo uma ligação social e emocional profunda através dos jogos e encenações.6 Há também uma versão para computador desse jogo.

Quem é um vampiro?

Muitos consideram a si mesmos vampiros, pensando que há em seu sangue alguma coisa que os torna vampiros, um não humano. Acreditam que tenham nascido vampiro ou que foram iniciados como um. Eles podem ou não estar envolvidos em práticas ocultas. Eles freqüentemente reúnem-se em clubes góticos ou outros clubes. Um psicólogo que pesquisando a cena do vampiro indicou que tais clubes atraem "góticos, médiuns, pagãos, papel de jogadores, bruxas, vampiros reais, vampiros fetichistas, feiticeiros, lobisomens" e aqueles associados com vampiros moldadores. Alguns alegam que o vampiro é solitário, outros alegam que trabalham em grupo. Um vampiro indica que esses vampiros estão além da lei. Humanos, mas não humanos. Um poderoso ser que entende a realidade humana, mas que vive em lugares além da limitação humana. O verdadeiro vampiro também é chamado de meia-escuridão

Há uma discordância sobre quem é vampiro, desde que a cultura induziu diversos tipos: aqueles que são contandos em si mesmos; aqueles que bebem sangue para o espiritual, sexual ou razões aditivas; os mentalmente confusos; aqueles marcados pela compulsão de beber sangue; aqueles que não gostam de sol e aqueles que acreditam ter nascido vampiro.11 Como no moderno movimento neopagão, não há autoridade para decidir os critérios ou definições. Um pesquisador ofereceu uma definição de vampiro como alguém que tem a necessidade física de sangue. Outro pesquisador descobriu que o vampirismo está conectado com o satanismo ou apetites sexuais pervertidos, mas também encontrou neste estado aqueles que se auto-intitulam vampiros e que foram fisicamente abusados enquanto crianças ou horrivelmente negligenciados. Vampirismo também pode ser a quebra de tabus sociais, sexuais ou outros.

Adicionalmente, muitos vampiros e grupos de vampiros são secretos e difíceis, se não impossíveis de se investigar. A esse respeito, não é distinto do satanismo, o qual em alto grau de sigilo previne um claro e consistente entendimento de suas práticas e praticantes.

Vampiro: como exilado

O romance de Anne Rice romantizou o vampiro como um tipo de anti-herói existencial. Não mais como criatura má, o vampiro tornou-se uma má compreendida vítima apanhado em circunstâncias além do seu controle, um escravo das suas paixões e de suas necessidades por sangue humano. A melhor coisa do filme "Entrevista com o vampiro", baseado no romande de Anne Rice, opina um vampiro, é que o "estilo de vida do vampiro não o apresentou como a faceta da maldade, mas antes como inevitável peculiaridade da natureza... O vampiro se alimenta porque está faminto".15 O vampiro necessita manter imortalidade através de beber sangue, sua inabilidade para estar no sol, seu estranho erotismo, sua vida nos limites da sociedade como intruso, tudo transformou-se em um símbolo para aqueles que se vêem como os estranhos ou banido da sociedade.

Com o aumento da tecnologia, isso deu origem à nostalgia por sentimentos e contato íntimo. De acordo com o relato de um autor de ficção sobre vampiro, impressionantemente chamado Nothing, vampiros refletem góticos que sentem que nada são "somente refugo sem valor da sociedade".

O vampiro como predador

Em o Máscarado 1, o vampiro não é somente um romântico como pessoa cruel, talvez representando os elementos bestiais da humanidade "O que significa ser vampiro? Vampiros não são seres com dentes caninos alongados, eles são monstros mascarados de humanos". Simplesmente como um vampiro baseia-se em humanos, ele vive no temor da besta dentro de si mesmo".17

Embora essas descrições estejam dentro de um contexto de jogo de fantasia , em alguns casos a fantasia se derrama sobre a realidade. Um dos mais horríveis crimes cometidos por aqueles que alegam serem vampiros, dois assassinatos foram cometidos por um grupo de adolescentes vampiros, conduzidos por um jovem de 17 anos, filho de uma mulher que se considerava vampira.18 Antes dos assassinatos, alguns dos adolescentes beberam sangue um do outro. 19 Roderick Ferrell, o líder do grupo, foi sentenciado à morte em 1998, advertindo os adolescentes para não seguirem seu caminho e dizendo aos repórteres, após a sentença que ele se considerava um vampiro, mas não mais acreditando ser imortal ou possuir poderes especiais por ter bebido sangue.20

O vampiro criminoso, contudo, é uma exceção Embora haja tensões violentas entre alguns grupos, isso não é norma.

Às vezes, aqueles que exercem o poder no alto são considerados os verdadeiros vampiros. O diretor do Instituto de Pesquisas vampiras em Seattle, uma mulher em operação, disse que o autor de um livro da sociedade é um vampiro corporativo, como Bill Gates, que "se alimenta do trabalho dos outros". Essa visão da sociedade é a verdade vampira que foi expressada em Smashing Pumpkin?s, sucesso popular em 1990 "Bullet with Butterfly Wings", que abriu linha para "O mundo é vampiro".

Vampiro Paranormal: Muitos acreditam que há aqueles que podem extrair ou enfraquecer as energias psíquicas de uma pessoa. Aqueles que aderem a essa visão acreditam que a pessoa que faz isso é um vampiro porque ele ou ela está tirando outra de usa aura, vitalidade, ou emocional, física ou energia psicológica. O vampiro paranormal faz isso com poderes psíquicos, ficando fora do corpo, ou enviando um ataque em forma de pensamento à vítima.22 Alguns na subcultura vampira pensam que beber sangue é feito apenas por vampiros que desejam ser iguais a outros, mas esses vampiros verdadeiros "se alimentam de uma alma".23

Teologia do Vampiro: Os jogos de Stephen Jackson deram direitos a dois livros que adaptam o "Lobo branco vampiro": o mascarado" (White Wolf?s Vampire: Masquarede) e produziu o livro e guia do jogo Vampiro, a companhia mascarada (Vampire: The Masquarede Companion).24 Durante todo o livro, os vampiros são referenciados como os "filhos de cão" ou "canitas", numa crença de que esses vampiros são descendentes do Cão bíblico e maldito com sede de sangue.25 Um clã dos seguidores do sem, são descritos como tendo começado há mais de "sete mil anos atrás, quando os filhos de Cão começaram a permitir primeiramente que seus pastores formassem civilizações" e o mais idoso desse grupo, denominado Sutekh veio a ser "adorado como um deus da noite e da escuridão", eventualmente se chamando-se a si mesmo para se ajustar.26 A missão desse grupo é corrupção, subverter e destruir o que é bom, nobre, idôneo ou bonito dentro da sociedade familiar e mortal". 27 Um grupo de vampiros descreveram no jogo, o Sabbat, o arquinimigo do mascarado clã Camarila, que pode seguir os diferentes trajetos do Iluminismo, o qual pode incluir o hedonismo, rituais de sangue, serviço a demônios ou sobrevivência do mais apto.28

Uma organização chamada O Templo, em Lacey, Whasington, publicou a bíblia do vampiro a qual inclui o "Credo vampiro". 29 Parte dos estatutos desse Credo diz: "Eu sou vampiro. Eu adoro meu ego e adoro minha vida; para mim o único Deus é esse. Eu exalto minha mente racional e não me prendo a nenhuma opinião que é um desafio à razão. Eu declaro que não há nenhum céu, como não há nenhum inferno, e vejo a morte como destruidora da vida. Eu sou vampiro. Curve-se diante de mim"30 . A verdadeira vida vampira alegou que esse grupo iria voltar no tempo, "próximo a Gênesis" e que o pecado seria perdoado; o perdão é salvação, consequentemente salvação é o pecado final".31 Isso deveria ser reconhecido entre vampiros.

Não há coerente ou consistente ideologia nessa subcultura. Uma Pode se encontrar vampiros que praticam ou acreditam no agnosticismo, magia, varias crenças ocultas, reencarnação, ou mistura desses.32 A maioria dos vampiros refletem a mesma atitude dos góticos e todos esses tem direito a opinião própria.

Aos cristãos: Uma resposta a góticos e vampiros

Os cristãos devem primeiramente ter um reposta emocional e compassiva. Visto que muitos que estão na cultura gótica e no submundo vampiro estão procurando comunidade e ligação emocional devido ao passado de abuso ou alienação, nossa primeira resposta deve ser cuidado e interesse. Nós devemos manter em mente as palavras de um pesquisador que disse que o traço encontrado naqueles atraídos pelo vampirismo são: insignificância, mal-estar, confusão, sentimento de abandono, solidão, déficit de atenção, falta de amor-próprio saudável, desejo por controle ou poder sobre diferentes circunstâncias de impotência, desanimado, e a necessidade de "ser alguém".34 Isso deveria nos compelir a refletir nas palavras de Cristo em Mateus 9.9-13, especificamente o verso 13: "Ide, porém, e aprendei o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifício. Porque eu não vim chamar os justos, mas os pecadores, ao arrependimento."

Por outro lado, nós não deveríamos aceitar que tudo nas subculturas góticas e vampiras estão de algum modo perdido. Um grande número é brilhante, criativo e intelectualmente curioso. Alguns são igualmente defeituosos e também espertos, criativos e curiosos. Tentar dialogar com essas pessoas é uma maneira de entender de onde eles vieram. Eles buscam o autêntico, não o plástico; intimidade, não o grandioso. Eles são sensíveis aos comportamentos sociais artificais e superficiais.

Para rejeitar tais pessoas, para repudiá-los, ou escarnecer da forma como se vestem ou olham, porque se parece um estilo de vida bizarro, é para esquecer de que que eles foram também criados à imagem e semelhança de Deus, como nós fomos. Antes de você dialogar com um gótico ou com alguém em um estilo de vida vampiro, esteja certo de que está interessado por eles como pessoa e os respeita como tal.

Os seriamente envolvidos no vampirismo podem procurar se conservar com algum tipo de imortalidade, seja com a reencarnação ou beber sangue. Muitos vampiros romantizam o sangue e o seu suposto poder, mas somente o poderoso sangue de Cristo é que pode nos redimir da nossa natureza falha: Lucas 22.20; Romanos 3.25, 5.9; Efésios 1.7, 2.3; Colossenses 1.20; Hebreus 9.12-14; 22, 26-28, 10.19, 12.24; 1 Pedro 1.18-19; 1 João 1.7; Apocalipse 5.9. E acreditando na eficácia redentora do sangue de Cristo, graciosamente, vertido na cruz do calvário por nossos pecados nos dá a vida eterna que os vampiros procuram na imortalidade mítica.

Góticos ou vampiros: o lugar da caveira.

O dia mais escuro da humanidade foi o dia em que sol foi enegrecido, a terra agitada e o relâmpago rasgou o céu. Este dia ocorreu há 2 mil anos no Gólgota, o lugar da caveira. Jesus tinha viajado em aflição a esse lugar solitário fora de Jerusalém, seu corpo assustado e rasgado pelas batidas ferozes. Foi colocado entre dois ladrões na cruz, numa execução reservada aos criminosos. Jesus, nascido em um abrigo para animais, gastou muitos dos seus dias na Terra com os humildes e exilados dessa cultura ? prostitutas, , coletores de impostos, pescadores, os pobres. Ele tocou os impuros leprosos e curou eles. Porque Ele veio? Por que estava fazendo essas coisas? Ele consistentemente disse aos seus discípulos que estaria se entregando aos homens que o executariam e que foi com essa finalidade que tinha vindo. O homem tem pecado desde o Éden e o Deus santo exigiu uma expiação de sangue. Mas o sangue teve de vir de um homem perfeito. Não havia homem até Jesus, filho de Deus, tomar forma. Como o cordeiro perfeito de Deus, Jesus foi assinado violentamente, expiando seu sangue para reconciliar os pecados humanos. Esse foi o pagamento pela penalidade dos nossos pecados. Quando ele morreu na cruz, essa penalidade foi paga. Jesus disse: "está consumado". A redenção estava completa. Três dias mais tarde, ele conquistou a própria morte e levantou-se em pessoa da sepultura. Jesus tinha visto e tinha sido com todas elas: as rejeições impuras, imoralidade, senhores e escravos, zombadores e cruéis soldados que o golpearam e cuspiram nele, o isolamento no deserto, em sua apreensão, por seus discípulos, o solitário lugar da caveira, a escuridão da morte e isso tudo foi resistido por causa do grande amor por nós. Seu sangue vertido tem poder, não porque é mágico, mas porque é de um Deus-homem perfeito e, desse modo, redimir dos pecados e fazer justo diante de Deus quando você põe sua confiança no que Cristo fez na cruz. Jesus ascendeu da Terra ao trono de Deus onde não haverá tristeza para qualquer um que segui-lo agora. É para lá que você pode ir, para a eterna morada com Cristo. Se você sabe que tem pecado, e acredita que Cristo pagou pelos seus pecados com seu sangue pode render-se a Cristo e ao que Ele fez. Você pode ser reconciliado com Deus, não importa o que tenha feito. Você pode dizer a Deus que acredita em Cristo, pedindo perdão por seus pecados, acreditando que Ele é o único salvador. Isso é muito simples, contudo é a coisa mais profunda que poderia lhe acontecer.

Jesus disse que veio para morrer

"Desde então começou Jesus a mostrar aos seus discípulos que convinha ir a Jerusalém, e padecer muito dos anciãos, e dos principais dos sacerdotes, e dos escribas, e ser morto e ressuscitar ao terceiro dia", Mt 16.21.

O sangue de Jesus

"E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão", Hb 9. 22.

"Semelhantemente tomou o cálix, depois da ceia, dizendo: Este cálix é o Novo Testamento no meu sangue, que é derramado por vós".

"Nem por sangue de bodes e bezerros, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção", Hb 9.12.

"E, visto como os filhos participam da carne e do sangue, também ele participou das mesmas coisas, para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é , o diabo; E livrasse todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à servidão", Hb 2.14-15.

"Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas de sua graça", Ef 1.7.

"porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus, Ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus", Rm 3.22-25.

"E cantavam um novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda a tribo, língua, e povo, e nação", Ap 5.9

Jesus sacia todos os sedentos

"E no último dia, o grande dia da festa, Jesus pôs-se em pé, e clamou, dizendo: Se alguém tem sede, venha a mim, e beba. Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre", Jo 7.37-38.

Recursos

Katherine Ramsland, Piercing the Darkness: Undercover with Vampires in America Today: Um profundo olhar psicológico e sociológico, além de análise do submundo vampiro. Ramland, um psicólogo, foi ao secreto do vampirismo, entrevistou envolvidos e reportou este olhar em primeira mão, relatou o que viu em primeira mão, assim como forneceu numerosas evoluções na cultura por outros pesquisadores, artistas e psicólogos que têm estudado essa subcultura. Seu livro também dedica um capítulo aos jogos de vampiro.

Jeff Guinn, Something in the Blood: Guinn, autor e editor associado, viajou pelo país com Andy Greiser, editor associado de jornal. Eles reportaram um por uma em entrevistas com várias pessoas que pesquisam ou são ativas no submundo do vampirismo. Há muita análise e uma boa observação e objetiva apresentação de pessoas entrevistadas, assim como um olhar sobre o vampirismo folclórico, literatura vampira e o vampiro na literatura e filmes.

Rosemary Guiley, Vampires Among Us: Guiley, pesquisador que tem escrito muitos livros sobre ocultismo e tópicos paranormais, apresenta a mais pessoal e criteriosa aproximação, descrevendo histórias de vampiros e seus encontros com pessoas que consideram-se a si mesmas vampiros e suas diferenças com a cena vampira atual.

Tradução: Jorge de Andrade (jvell@ig.com.br).


Notas Finais

1 Essa informação é baseada principalmente em conversa com indivíduos que indentificam-se como góticos. Estas conversas aconteceram em clubes góticos, na internet, ou com aqueles que entraram em contato no curso do ministério. Há muito pouca informação escrita sobre góticos, desde que há pouco entrelaçamento do movimento social, e há várias teorias sobre o que os góticos representam.

2 O ankh é a cruz coberta por uma volta formando um oval, representando energias masculina (cruz) e feminina (laço). O ankh é o símbolo da religião egípcia e foi usada em conexão com Isis e outras deidades para respresentar sua imortalidade e poder sobre a morte.

3 Mark Rein-Hagen, et al., The Masquerade, 2d edition (Stone Mtn., GA: White Wolf, Inc.), 1994.
4 Ibid., 20, 52; veja também Katherine Ramsland, Piercing the Darkness: Undercover with Vampires in America Today, Advance reader's Edition, (NY, NY: HarperCollins Publishers, Inc, 1998), Chapter Thirteen, 209-19.
5 Rein-Hagen, 13.
6 Ramsland, 242-3.
7 Ibid., 148.
8 Jeff Guinn with Andy Grieser, Something in the Blood (Arlington, TX: The Summit Publishing Group, 1996), 38.
9 Todas as fontes citadas, incluindo os livros de jogos, discutem vampiros em clãs como vampiros solitários. Informação também de conversas pessoais desse autor com alguém que foi envolvido no submundo vampiro.
10 Ramsland, 81.
11 Rosemary Ellen Guiley, Vampires Among Us (NY, NY: Pocket Books/Simon and Schuster Inc., 1991), 74-102; Ramsland, 135-6..
12 Guiley, 85.
13 Ibid., 93.
14 Ramsland, 95, 168.
15 Guinn, 29.
16 Ramsland, 85.
17 Rein-Hagen, 15; isso também é ecoado em Ramsland, 92.
18 "The Washington Post," 2-28-98, A3.
19 "USA Today," 12-9-96, 3A; "The Washington Post," 11-30-96, A2; 12-5-96, A26.
20 "The Washington Post," 2-28-98, A3.
21 Guinn, 19.
22 Guiley, Chapter Eight, "Psychic Vampires," 190-226; Guinn, 181.
23 Guinn,, 38, 39.
24 Chris W. McCubbin, Vampire, The Masquerade Companion, (Steven Jackson Games Incorporated, 1994), 11.
25 Ibid., 47; also Ramsland, 210-11.
26 McCubbin, 47.
27 Ibid.
28 Ibid., 80-84.
29 Guinn, 54-5.
30 Ibid., Appendix B.
31 Ibid., 35-6.
32 Ibid., 97, 143, 150.
33 Ibid., 97.
34 Ramsland, 248.

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